Livreto Celebrativo
22° DOMINGO DO TEMPO COMUM
31.08.2025
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
TENDE COMPAIXÃO DE MIM, SENHOR.
CLAMO POR VÓS O DIA INTEIRO;
SENHOR, SOIS BOM E CLEMENTE,
CHEIO DE MISERICÓRDIA
PARA AQUELES QUE VOS INVOCAM.
INCLINAI, Ó SENHOR, VOSSO OUVIDO,
ESCUTAI, POIS SOU POBRE E INFELIZ!
ANIMAI E ALEGRAI VOSSO SERVO,
POIS A VÓS EU ELEVO A MINH'ALMA.
TENDE COMPAIXÃO DE MIM, SENHOR.
CLAMO POR VÓS O DIA INTEIRO;
SENHOR, SOIS BOM E CLEMENTE,
CHEIO DE MISERICÓRDIA
PARA AQUELES QUE VOS INVOCAM.
ENSINAI-ME OS VOSSOS CAMINHOS,
E NA VOSSA VERDADE ANDAREI;
MEU CORAÇÃO ORIENTAI PARA VÓS:
QUE RESPEITE, SENHOR, VOSSO NOME!
TENDE COMPAIXÃO DE MIM, SENHOR.
CLAMO POR VÓS O DIA INTEIRO;
SENHOR, SOIS BOM E CLEMENTE,
CHEIO DE MISERICÓRDIA
PARA AQUELES QUE VOS INVOCAM.
DOU-VOS GRAÇAS COM TODA A MINH'ALMA,
SEM CESSAR LOUVAREI VOSSO NOME!
VOSSO AMOR PARA MIM FOI IMENSO:
RETIRAI-ME DO ABISMO DA MORTE!
TENDE COMPAIXÃO DE MIM, SENHOR.
CLAMO POR VÓS O DIA INTEIRO;
SENHOR, SOIS BOM E CLEMENTE,
CHEIO DE MISERICÓRDIA
PARA AQUELES QUE VOS INVOCAM.
Antífona de entrada.
(Cf. Sl 85,3.5)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Pres.: Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dai! Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres.: O Senhor disse: "Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Senhor que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
GLÓRIA
(Glória)
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR,
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMÉM.
Ou, para recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa suúplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Deus onipotente, fonte de todo dom perfeito, semeai em nossos corações o amor ao vosso nome e, estreitando os laços que nos unem convosco, fazei crescer em nós o que é bom e guardai com amorosa solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Eclo 3,19-21.30-31)
Leitor: Leitura do Livro do Eclesiástico.
Filho, realiza teus trabalhos com mansidão e serás amado mais do que um homem generoso. Na medida em que fores grande, deverás praticar a humildade, e assim encontrarás graça diante do Senhor. Muitos são altaneiros e ilustres, mas é aos humildes que ele revela seus mistérios. Pois grande é o poder do Senhor, mas ele é glorificado pelos humildes. Para o mal do orgulhoso não existe remédio, pois uma planta de pecado está enraizada nele, e ele não compreende. O homem inteligente reflete sobre as palavras dos sábios, e com ouvido atento deseja a sabedoria.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO
(Sl 67, 4-5ac.6-7ab.10-11 (R. Cf. 11b))
— Com carinho preparastes uma mesa para o pobre.
— Os justos se alegram na presença do Senhor rejubilam satisfeitos e exultam de alegria! Cantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome! O seu nome é Senhor: exultai diante dele!
— Dos órfãos ele é pai, e das viúvas protetor: é assim o nosso Deus em sua santa habitação. É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados, quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura.
— Derramastes lá do alto uma chuva generosa, e vossa terra, vossa herança, já cansada, renovastes; e ali vosso rebanho encontrou sua morada; com carinho preparastes essa terra para o pobre.
SEGUNDA LEITURA
(Hb 12,18-19.22-24a)
Leitor: Leitura da Carta aos Hebreus.
Irmãos: Vós não vos aproximastes de uma realidade palpável: "fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade, som da trombeta e voz poderosa", que os ouvintes suplicaram não continuasse. Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; da assembleia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o Juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; a de Jesus, mediador da nova aliança.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Aleluia)
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA!
TOMAI MEU JUGO SOBRE VÓS E APRENDEI DE MIM,
QUE SOU MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA!
Ou, para recitação:
Ass.: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Pres.: Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de manso e humilde coração!
EVANGELHO
(Lc 14,1.7-14)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Pres.: Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou-lhes uma parábola: "Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu, e o dono da casa, que convidou os dois, venha te dizer: 'Dá o lugar a ele'. Então tu ficarás envergonhado e irás ocupar o último lugar. Mas, quando tu fores convidado, vai sentar-te no último lugar. Assim, quando chegar quem te convidou, te dirá: 'Amigo, vem mais para cima'. E isto vai ser uma honra para ti diante de todos os convidados. Porque quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado". E disse também a quem o tinha convidado: "Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos".
Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
Pres.: Professemos a nossa fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos para celebrar os mistérios da nossa Redenção, roguemos ao Deus todo-poderoso que o mundo inteiro seja lavado na fonte de toda bênção e toda vida.
Ass.: Senhor, escutai a nossa prece.
1. Por todos aqueles que se consagraram a Deus, para que, com seu auxílio, guardem fielmente o que prometeram, roguemos ao Senhor.
2. Pela paz das nações, para que, afastado todo conflito, os povos sirvam a Deus com espírito de paz, roguemos ao Senhor.
3. Pelos idosos que sofrem na solidão ou na doença, para que sejam reconfortados por nossa caridade fraterna, roguemos ao Senhor.
4. Por todos nós aqui reunidos, para que saibamos usar os bens terrenos que nos foram concedidos por Deus, de tal modo que tenhamos os nossos corações fixos nos bens celestes, roguemos ao Senhor.
Pres.: Sede propício, ó Deus, às suplicas de vosso povo, para que, sem demora, alcancemos de vossa bondade o que, por vossa inspiração, pedimos cheios de fé. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
NA SIMPLICIDADE DE TERNA AFEIÇÃO,
VOS DAMOS, SENHOR, A NOSSA OBLAÇÃO.
JUNTAI NOSSA OFERTA, Ó CRISTO JESUS,
À VOSSA OBLAÇÃO DA CEIA, DA CRUZ.
COM GRANDE ALEGRIA E SANTO FERVOR,
NÓS VIMOS CANTAR O VOSSO LOUVOR.
JUNTAI NOSSA OFERTA, Ó CRISTO JESUS,
À VOSSA OBLAÇÃO DA CEIA, DA CRUZ.
GRANDE É O DESEJO DO POVO FIEL
DE TUDO VOS DAR, Ó DEUS DE ISRAEL.
JUNTAI NOSSA OFERTA, Ó CRISTO JESUS,
À VOSSA OBLAÇÃO DA CEIA, DA CRUZ.
PRENDEI, Ó SENHOR, COM DOCE BONDADE
AOS VOSSOS PRECEITOS A NOSSA VONTADE.
JUNTAI NOSSA OFERTA, Ó CRISTO JESUS,
À VOSSA OBLAÇÃO DA CEIA, DA CRUZ.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Este santo sacrifício, Senhor, nos traga a perene bênção da salvação e vosso poder leve à plenitude o que celebramos no sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DOS DOMINGOS DO TEMPO COMUM VII
A salvação pela obediência de Cristo
Este prefácio também pode ser usado nos domingos do Tempo Comum.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, em vossa misericórdia, amastes tanto o mundo que nos enviastes vosso próprio Filho como Redentor. Quisestes que ele fosse em tudo igual a nós, menos no pecado, para amardes em nós o que vos comprazia em vosso Filho. Por sua obediência, ele restaurou os dons que, por nossa desobediência, pecando, tínhamos perdido. Por isso, também nós vos louvamos, Senhor,
com todos os Anjos e Santos, e, exultantes, cantamos (dizemos) a uma só voz:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA NAA ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA NAA ALTURAS!
Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
Ass.: Toda vez que comemos deste Pão, toda vez que bebemos deste Vinho, recordamos a paixão de Jesus Cristo e ficamos esperando sua vinda.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bonifácio e o nosso Bispo Dom Dominik, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ.
Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Quem come minha carne e bebe meu sangue permanece em mim e eu nele. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
SENHOR, MEU CORAÇÃO NÃO É ORGULHOSO,
NEM SE ELEVA ARROGANTE O MEU OLHAR;
NÃO ANDO À PROCURA DE GRANDEZA
NEM TENHO PRETENSÕES AMBICIOSAS.
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
FIZ CALAR E SOSSEGAR A MINHA ALMA;
ELA ESTÁ EM GRANDE PAZ DENTRO DE MIM:
COMO A CRIANÇA BEM TRANQUILA, AMAMENTADA
NO REGAÇO ACOLHEDOR DE SUA MÃE.
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
CONFIA NO SENHOR, Ó ISRAEL,
DESDE AGORA E POR TODA A ETERNIDADE!
CONFIA NO SENHOR, Ó ISRAEL,
DESDE AGORA E POR TODA A ETERNIDADE!
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO;
E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO!
Antífona da Comunhão.
(Cf. Sl 30,20)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
Pres.: Como é grande, ó Senhor, a riqueza da vossa bondade, que reservais para aqueles que vos temem.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Revigorados pelo pão da mesa celeste nós vos pedimos, Senhor, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir nos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
BENÇÃO FINAL
Tempo comum, III
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
Diác ou Pres.: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote estende as mãos sobre o povo, dizendo:
Pres.: Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda em vós a sabedoria da salvação.
Ass.: Amém.
Pres.: Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar nas boas obras.
Ass.: Amém.
Pres.: Oriente para ele os vossos passos, e vos mostre o caminho da caridade e da paz.
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
CANTO
CHAMA VIVA DA MINHA ESPERANÇA,
ESTE CANTO SUBA PARA TI!
SEIO ETERNO DE INFINITA VIDA,
NO CAMINHO EU CONFIO EM TI!
1. TODA A LÍNGUA, POVO E NAÇÃO
TUA LUZ ENCONTRA NA PALAVRA.
OS TEUS FILHOS, FRÁGEIS E DISPERSOS
SE REÚNEM NO TEU FILHO AMADO.